uma lição para
um jovem RIO
Aviação de combate do mundo real
Aviação de combate do mundo real
"Esta é outra história de meus antigos dias
de voo no F-14."
Por Dave Baranek
Uma noite em junho de 1981 eu voaria com Holly, operando a partir do porta-aviões USS Constellation na costa da Baja California várias centenas de milhas a sudoeste de San Diego. Nós tínhamos sido brifados as 5:15 PM para um exercício de defesa aérea, uma missão comum para F-14s durante operações em porta-aviões. Naquela noite, dois bombardeiros leves A-7 seriam lançados primeiro e imediatamente voariam para o norte em alta velocidade, em seguida, curvariam em direção ao porta-aviões a200 milhas ou mais.
Holly e eu seriamos acompanhados por outro F-14 em nossa missão de defender
"Connie" e decolar alguns minutos após o A-7s. Nós daríamos a eles a dianteira com um atraso de 15 minutos, em seguida, faríamos patrulha de duas fatias
de espaço aéreo e tentar detectar o A-7s. Parecia bastante simples e não
particularmente excitante, mas você nunca sabe como um voo vai evoluir.
Por Dave Baranek
Uma noite em junho de 1981 eu voaria com Holly, operando a partir do porta-aviões USS Constellation na costa da Baja California várias centenas de milhas a sudoeste de San Diego. Nós tínhamos sido brifados as 5:15 PM para um exercício de defesa aérea, uma missão comum para F-14s durante operações em porta-aviões. Naquela noite, dois bombardeiros leves A-7 seriam lançados primeiro e imediatamente voariam para o norte em alta velocidade, em seguida, curvariam em direção ao porta-aviões a
Após o lançamento nós ficamos por cima
conforme requerido, em seguida, nos dirigimos para o norte, dividindo o espaço
aéreo em dois setores. Holly e eu ficamos responsáveis pelo setor oeste. Nesta
missão eu tinha que efetuar a busca radar do setor inteiro por minha conta
mesmo, mas com o longo alcance do radar AWG-9 e seus modos de busca
automatizados, isso não deveria ter sido nenhum problema para detectar a ameaça
entrado em nossa área.