Ainda durante o conflito do Vietnã, a Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) buscou uma otimização de seu principal avião de caça naquela arena de combate tentando sanar problemas identificados nos enfrentamentos reais, como resultado emergiu o F-4E (Echo), o novo Phantom tinha entre outras coisas um canhão M-61 Vulcan agora orgânico, e um ainda rudimentar predecessor do sistema HOTAS (mãos na manete de potência e manche). O programa de melhorias conhecido como Rivest Haste também envolvia desenvolvimento do treinamento das tripulações, neste artigo trago uma tradução de um trecho do livro "Sierra Hotel - Voando caças na Força Aérea na década após o Vietnã" de C. R. Adering que trata das táticas desenvolvidas no programa.
F-4E com a camuflagem utilizada no Conflito do Vietnã
Rivet Haste
O programa que adicionava
modificações na aeronave e treinamento das tripulações aéreas em um pacote foi
apelidado de Rivest Haste, e foi um claro sinal de que a Força Aérea percebeu
como fracamente eles tinham equipado e treinado sua força de caça. O programa Rivest Haste desovou em slat, TISEO, e os modelos de F-4E, mas mais do que isto ela enfatizava a experiência e treinamento
dos pilotos. O TAC, sob a égide do Rivest
Haste, escolheu tripulações
altamente experientes, todos veteranos de combate, para formar uma força de
elite de matadores de MiGs.