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domingo, 16 de novembro de 2014

Tática exclusiva para o Tomcat

Matéria sobre a utilidade tática de uma característica "particular" do F-14 Tomcat para dogfights publicada no site "The Aviationist:


Um Tomcat na catapulta do convés de um porta-aviões momentos antes do lançamento, enflechamento mínimo e máxima envergadura, em segundo plano outros F-14 com enflechamento máximo que reduz significativamente as dimensões e arrasto aerodinâmico deste enorme interceptador naval.

F-14 Tomcat


Desenvolvido na década de 1960 como um avião de combate (caça) multi missão, a principal missão do F-14 Tomcat era proteger os Grupos de Batalha de Porta-aviões (CVBG) da Marinha dos EUA de eventuais ataques realizados pelos bombardeiros soviéticos armado com mísseis de cruzeiro de longo alcance.

Em uma sortida típica, a aeronave manteria uma estação de patrulha de combate aéreo localizada várias centenas de milhas do porta-aviões. As vantagens de raio de ação e permanência em patrulha do Tomcat foram alcançados graças a suas asas de geometria variável, que foram o maior desafio de engenharia no desenvolvimento do F-14, como explicado para "The Aviationist" por um leitor muito especial.


domingo, 2 de junho de 2013

Volume de exploração radar 
uma lição para um jovem RIO
Aviação de combate do mundo real

"Esta é outra história de meus antigos dias de voo no F-14."
Por Dave Baranek

Uma noite em junho de 1981 eu voaria com Holly, operando a partir do porta-aviões USS Constellation na costa da Baja California várias centenas de milhas a sudoeste de San Diego. Nós tínhamos sido brifados as 5:15 PM para um exercício de defesa aérea, uma missão comum para F-14s durante operações em porta-aviões. Naquela noite, dois bombardeiros leves A-7 seriam lançados primeiro e imediatamente voariam para o norte em alta velocidade, em seguida, curvariam em direção ao porta-aviões a 200 milhas ou mais. Holly e eu seriamos acompanhados por outro F-14 em nossa missão de defender "Connie" e decolar alguns minutos após o A-7s. Nós daríamos a eles a dianteira com um atraso de 15 minutos, em seguida, faríamos patrulha de duas fatias de espaço aéreo e tentar detectar o A-7s. Parecia bastante simples e não particularmente excitante, mas você nunca sabe como um voo vai evoluir.

Após o lançamento nós ficamos por cima conforme requerido, em seguida, nos dirigimos para o norte, dividindo o espaço aéreo em dois setores. Holly e eu ficamos responsáveis pelo setor oeste. Nesta missão eu tinha que efetuar a busca radar do setor inteiro por minha conta mesmo, mas com o longo alcance do radar AWG-9 e seus modos de busca automatizados, isso não deveria ter sido nenhum problema para detectar a ameaça entrado em nossa área.